Social Media, Tecnologia, Vamos todos morrer uma morte horrível

Be impressed! The internet in real time…

 

Now that’s what I call Big Data…

Click the animation to open the full version (via PennyStocks.la).

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Notícias, Tablets, Tecnologia

Wallowing through the Crises: is the world still breeding innovation?

What..? It could happen!

Well that’s one of the questions this report tries to answer. Click the image to get it… the one on the bottom, perv!

Opinião, Tecnologia, Vamos todos morrer uma morte horrível

Mas porque é que o velho não morre?

Os clubes de video iam matar as salas de cinema… a TV ia matar a Rádio, a Internet ia matar a Rádio, a TV e as revistas em papel… e o iPad vai matar todos estes meios e ainda o PC.

No entanto cá estamos, em 2010, com todos estes suportes vivos e a coexistir. Independentemente da crise que um ou outro possa estar a atravessar, eles continuam todos cá. Não se mataram uns aos outros como os pessimistas preveriam. A razão? Servem propósitos diferentes.

De um lado temos as experiências que nos guiam: a TV, o Cinema, a Rádio e as Revistas/livros…

Do outro as experiências que temos de ser nós a guiar: o aluguer/dowload de um filme/série TV, a criação de playslists de Mp3 num leitor ou em sites de streaming, o clicar e viajar por sites em busca de informação…

É verdade que o ser humano adora criar – fazer coisas com as suas próprias mãos. As ultimas décadas são uma explosão de Do It Yourself, mas isso não quer dizer que tenhamos sempre disposição para estar a criar e a personalizar. Por vezes só nos queremos refastelar e não ter de pensar para lá do suficiente para entender o que os nosso olhos e ouvidos estão a receber. Por vezes não nos apetece fazer escolhas. Por vezes nem sequer temos a capacidade de fazer as melhores escolhas para nós, e sabemos disso. Por vezes queremos ser mimados.

E é nessas alturas que compramos revistas e livros, que ligamos o rádio, que vamos passear ao cinema, ou que vemos filmes na TV – em especial ao domingo, quando a ressaca não permite fazer mais do que estar deitado no sofá a ser entretido. A ser guiado.

Os formatos e plataformas costumam “morrer” quando surge algo novo que faz o mesmo (ou melhor) de forma mais prática (vinil vs CD vs MP3 vs audio streaming, por exemplo), e esse não é o caso. Pelo menos para já. Mas mesmo o CD, que apresenta inúmeras vantagens sobre o disco vinil,  nunca matou realmente o vinil, tal como os amplificadores digitais nunca mataram os “valvulados”, porque existem características físicas que o digital simplesmente ainda não consegue substituir.

E será que algum dia conseguirá? Já há exemplos de que sim. O Mp3 é mais prático e pode ser codificado de forma a atingir a qualidade sonora de um CD. Logo o CD deverá morrer. O mesmo se passa com o VHS. O formato digital HD  apresenta vantagens a todos os níveis em relação às velhinhas cassetes de vídeo. Logo, o VHS morre.

Da mesma forma, quando a Música e Video de alta qualidade estiverem totalmente disponíveis via stream directo da Internet, os seus pares físicos deixam de fazer sentido. Excluindo os coleccionadores, quem vai querer uma prateleira cheia de caixas de CDs e DVDs quando pode ter isso e muito mais armazenado num disco rígido, ou, num futuro próximo, no seu “disco” virtual (na Cloud).

A decadência geral dos formatos que se tem vindo a verificar, tem mais a ver com quantidade do que com qualidade. É que agora há muito mais coisas a disputar a nossa atenção, nomeadamente todas as experiências já referidas. Enquanto antes uma viagem de comboio ou avião era acompanhada de um livro, jornal, revista ou walkman, agora pode ser acompanhada por PCs e DVDs portáteis, leitores de mp4, consolas portáteis, consulta de emails e surf de internet em geral. A escolha aumentou.

Há formatos que não vão morrer. Simplesmente nunca mais serão tão populares como foram em tempos.

Prevejo que as revistas e jornais em papel, por exemplo, nunca desapareçam, mas se tornem em objectos caros de produzir e por isso caros para o consumidor. Só os comprará quem tiver dinheiro para isso e vontade de ler artigos de fundo de alta qualidade. As noticias e restante informação dependente de actualidade – e que não requeira os melhores e mais caros jornalistas do mundo para ser feita – será gratuita online, como já se vai verificando.

Net para o povo e Papel para os ricos.

Este é apenas um pequeno artigo, obviamente incompleto, escrito de um jorro só. Cada tema aqui apresentado tem sumo suficiente para encher livros inteiros.

Gostaria de o completar com as vossas opiniões. O que acham de tudo isto?

Notícias, Tecnologia

Internet chega finalmente ao auto-radio?

Há anos que me queixo do quão primitivos são os auto-rádios tradicionais. Não permitem saber nada sobre o que se está a ouvir, excepto se apanharmos o momento em que alguém disse essa informação: quem está a falar, que música está a tocar, é de que álbum, de que ano, etc,etc…

São “maus hábitos” adquiridos por uso prolongado de Internet.

Falando em primitivo, eu sei que o grosso da internet doméstica ainda se desloca debaixo de água, mas estaremos assim tão longe de conseguir uma cobertura wirless total que permitisse pequenas coisas como auto-radios com acesso a funções básicas de informação, mas essenciais para quem está em viagem?

Aparentemente sim. Por isso, a solução, para já, passa por isto:

Notícias, Opinião, Vamos todos morrer uma morte horrível

Internet is for Porn

 

 

«A Associação da Indústria de Entretenimento para Adultos norte-americana diz que as vendas de DVD de filmes pornográficos já desceram um terço devido à contrafacção dos filmes e aos sites de pornografia gratuita na internet», diz o jornal i.

Em resposta, algumas pornstars decidiram unir-se na gravação de um vídeo a apelar… à carteira dos consumidores.

Mais um exemplo de inadaptação ao evoluir dos tempos.

A implacável proliferação do download ilegal mudou por completo as regras do jogo e esse nem é  sequer o único responsável pelas alegadas quebras de vendas.

Já o disse muitas vezes e volto a repetir: existem produtos pelos quais nunca mais será possível voltar a cobrar dinheiro.

O tradicional formato de filme pornográfico é um desses casos. É um paradigma ultrapassado.

À esquerda: Festa da mangueira

hoje em dia as pessoas preferem outro tipo de interacção com os profissionais da pornografia. Este é o 42º site mais visitado do mundo.

E depois existe pornografia gratuita para todos os gostos e fetiches. Este é o 53º site mais visitado do mundo, mas existem muitos outros do género.

São particularmente populares porque, parafraseando um colega meu, «permite sacar a pila para fora e despachar a coisa em 5 minutos». De facto… convenhamos que, para o homem, o acto de masturbação não é propriamente uma saída com jantar romântico a dois…

E nem sequer vou falar do quão irónico é a malta da indústria pornográfica vir dar lições de moral e ética….

Quando as tendências mudam, não vale a pena chorar. Pode e deve-se continuar a regular e a proibir ilegalidades, mas isso nunca será suficiente. Adaptação, adaptação, adaptação. Or starvation….

O futuro é o 3D

Diversos

Se a vida real fosse mais como a internet…

Clica na imagem se fores pitosga – http://www.salon.com