I’ll Make You an Offer You Can’t Refuse

Meet the Dons who run Silicon Valley – the PayPal Mafia
Explore the full interactive version (via Fleximize).

Be impressed! The internet in real time…

 

Now that’s what I call Big Data…

Click the animation to open the full version (via PennyStocks.la).

The Witcher 2 first impressions: who ordered the smoking pipe, the eyeglasses and the beard?

Put your shirt back on and get up. Drugs, sex and rock n' roll are nowhere to be seen as of yet...

You know that television series, “The West Wing” (“Os Homens do Presidente”)? Yeah, well that’s what the first hours of The Witcher 2 feel like.

Lots of talking, names being thrown around, conspiracy theories, and i’m left thinking… “COULD SOMEONE PLEASE TALK ABOUT SOMETHING I CAN FKN UNDERSTAND?”. Notice tha i did played, finished and loved the 1st game, read a book with the main tales of The Witcher and devoured the polish tv series! So yeah, i know a thing or two about the Witcher’s world.

At first i just thought “wow cool, tension is brewing”, but now i don’t know anymore… it’s a dense plot, but where’s the fun?

On its way I hope…

On the good side, you really DO feel you’re there, alongside Geralt the witcher. And “there” is awesome also because it’s polish medieval setting feels clearly different from any other thing you’ve ever seen on a video game.

Please god, don’t let The Witcher 2 be another waste of space. Amen.

I’ll keep you… posted… (pun intended).

The 9/11 Inappropriate List

It’s usually in it’s darkest moments that mankind brings out it’s worst.

This list is on of those moments…

I believe that the people who compiled this list are utterly sadistic. How else could one explain the irony of songs like “Safe in New York City”, by AC/DC, or “Ironic”, by Alanis Morissette… is it because the US was attacked by the very terrorists they once trained?

the bad taste of including “Jump”, and even worst: “Learn to fly” (double pun here for jumpers and planes).

Why would someone include love songs like “Crash in To Me” (Dave Matthews Band) or “Falling for the First Time” (Barenaked Ladies)? Are they mad?

Well, they included “Walk Like an Egyptian”, so i’d say there’s your answer right there…

Alas, you know there’s pure evil at work here when you see “Say Hello to Heaven” on the list… that’s just wrong.

I can’t think of anything more inappropriate to do at the time of this catastrophe than the making of this Inappropriate List.

!FAIL! Whoogle

«Dos vencidos não reza a história»… um provérbio claramente inventado antes do advento da Internet e da Web.

Embora a Google fique para a história como O  motor de busca que mudou o mundo, os seus falhanços jamais serão esquecidos. E ainda bem: quem tem muitas ideias boas tende a ter algumas más pelo caminho. Mas é divertido recapitular.

E adoro terem colocado o Wave e o Buzz na lista, apesar de ambos ainda existirem mas serem de facto flops  cuja utilidade nos ultrapassa a todos hahahah.

Update:

A nossa vizinha Joana Arnaud, chamou a atenção para a ausência do telefone Google Nexus, que não só foi um flop de vendas(mas não de qualidade) como já foi descontinuado. É estranho mais ninguém ter dado pela falta dele… por outro lado… se foi flop… até faz sentido… cof

Estivemos a viver a época de ouro dos videojogos (e agora acabou-se)?

Estava mortinho para partilhar este artigo convosco...

Será que tomámos os videojogos de alta qualidade como garantidos?

Do ZX Spectrum, passando pelo Amiga e até à PlayStation 2 a oferta e a qualidade têm sido tão abundantes, que penso que todos simplesmente assumimos que seria sempre assim.

É verdade que quando os produtos de entretenimento atingem uma determinada exposição mainstream tendem a ficar demasiado… chatos. Foi assim na Pintura, na Música, no Cinema e em tantas outras áreas. A maior parte das melhores ideias nasce na “garagem” (ás vezes sem aspas) da vontade descomprometida de soltar a criatividade. Essa honestidade criativa conquista pessoas. E quando a quantidade de público conquistado atinge a massa critica pretendida, a máquina comercial entra em acção.

São delineadas linhas de montagem, datas de lançamento e uma industria é criada. Depois surge o velho problema: por definição, um trabalho criativo  é exactamente o oposto de um trabalho técnico. Eu consigo trabalhar numa linha de montagem todos os dias, independentemente do meu estado psicológico. O mesmo não pode ser dito se eu quiser, por exemplo,  ter e desenvolver uma boa ideia (enquanto músico sei do que falo). Simplesmente não funciona assim.

Mas voltando ao inicio.

Diz a sabedoria popular, que “tudo o que é bom acaba”. Será verdade?

Hoje, já não sinto que exista à minha volta o mesmo entusiasmo de outrora por videojogos nvoos. Passando os olhos por alguns fóruns de videojogos, conclui-se que, mesmo os mais novos, ou estão a falar dos jogos “de antigamente”, de World of Warcraft (que também é “de antigamente”) ou de não mais de meia dúzia de jogos actuais. Sim, porque não estou a dizer que não existem bons jogos actualmente. Estou a dizer que não existe a torrente de jogos bons de outrora. E isso influencia a “atmosfera” geral do universo de fãs de videojogos.

Quando me iniciei como jornalista de videojogos, na revista Mega Score, tínhamos de jogar todos os principais lançamentos do ano para podermos votar nos Jogos Do Ano. Era uma tarefa hercúlea dada a quantidade de títulos importantes que eram editados num único ano. Estou a falar de uma verdadeira overdose de jogos, e mesmo depois de separarmos o trigo do joio, ficávamos com uma dose bem servida de jogos incontornáveis.

No meu último ano a trabalhar como jornalista de videojogos (2009\2010)  não tive problemas em manter-me a par dos melhores jogos. Quase que os conseguia jogar a todos ao mesmo tempo a que eram lançados – algo impensável há 3/4 anos.

O que está provocar esta falta de jogos de qualidade? talvez seja um ciclo, como referi. Talvez porque a Sony, Nintendo e Microsoft estão demasiado ocupadas a copiar-se umas às outras no que toca a reinventar formas de jogar: com controladores, sem controladores, com varinhas, sem varinhas, com sorrisos, comandos de voz, em 3D, sem sal, com açúcar amarelo…

E onde estão os GRANDES jogos no meio de tudo isto? Onde estão aquelas obras que nos marcam e nos fazem pensar nelas quando estamos na escola, no trabalho, a tomar banho a conduzir ou prestes a adormecer?

Também pode ser por existir menos investimento, mas quem disse que é preciso ter um orçamento milionário para executar uma boa ideia?

Por isso, deixo as seguintes perguntas (na esperança de estar redondamente enganado):

Será que estivemos a viver a época de Ouro dos videojogos e nem nos apercebemos?

Estará a industria de videojogos a  atravessar uma fase de esterilidade criativa?

Poderão novas gerações de criativos e técnicos  trazer de volta uma industria onde somos inundados anualmente por jogos “incontornáveis”?

(Mais sobre este assunto AQUI).

Coisas do Ciberspaço pt.2

Cliffy B... ou a versão Mii dele?

O ciberespaço, a aldeia global, a globalização cibernética, a TVI e os fundamentalistas islâmicos nunca param de me surpreender.

Depois de o Pai da Valve e do Steam ter descoberto a Dropbox através aqui do vosso humilde escriba, agora é a vez do mui famoso entre nerds Cliffy B., da Epic (Gears Of War ).

Sabem como é: nós malta com estilo temos de manter unidos, fazemos parte de um clube secreto onde apenas entra a nata da sociedade video-lúdica, os grandes malucões dos videojogos, os mais belos machos alfa do mar de bits e bytes que adeja ao sabor do vento norte. Os deuses gregos do…

Oh wait...
Gabe Newell a dirigir a contrução do novo escritório da V(alve)FC
Como era mesmo a lei da compensação da Psicologia? Que grande arma que tens aí Penhasco B.