Nintendo launches tablet designed for video games. Apple trembles!

Touch me, i'm dick.

So Nintendo just announced its new Wii console, the Wii U, which has all the bells and whistles we expected, like full HD video output and heftier specs for more technologically advanced games. It’s also compatible with previous games and controllers.

But the real twist is its new controller!

It looks like a simple console controller with a touchscreen, but it’s so much more…

You can actually play the games without a TV and it has motion sensors, augmented reality (apparently), video-chat, web browsing and all the goodies you came to expect from the likes of Nintendo DSi.

I love the way Nintendo always pushes the creativity envelope to come up with new approaches to old standards, and relevant products and features.

You just gotta hand it to them: they’re good!

I just question a couple of things: the hefty size of the controller (and weight), and how much money will it cost.

Check out the glamorous showcase of the Wii U’s main features. It will rock your socks off!

Coisas do Ciberspaço pt.2

Cliffy B... ou a versão Mii dele?

O ciberespaço, a aldeia global, a globalização cibernética, a TVI e os fundamentalistas islâmicos nunca param de me surpreender.

Depois de o Pai da Valve e do Steam ter descoberto a Dropbox através aqui do vosso humilde escriba, agora é a vez do mui famoso entre nerds Cliffy B., da Epic (Gears Of War ).

Sabem como é: nós malta com estilo temos de manter unidos, fazemos parte de um clube secreto onde apenas entra a nata da sociedade video-lúdica, os grandes malucões dos videojogos, os mais belos machos alfa do mar de bits e bytes que adeja ao sabor do vento norte. Os deuses gregos do…

Oh wait...
Gabe Newell a dirigir a contrução do novo escritório da V(alve)FC
Como era mesmo a lei da compensação da Psicologia? Que grande arma que tens aí Penhasco B.

Revista Smash! 13 – The final Cut

Foi a 13 de Maio que, após o fecho da revista 13, portugal ficou a saber da suspensão da Revista Smash!, projecto que ajudei a criar e a liderar, aparentemente, até perto do seu final.

Fica aqui a edição digital da última edição, que nunca chegou a ser impressa em papel e que está com um aspecto delicioso. Have fun e mantenham-se em contacto com a equipa através do site Hi-Gamers.

Clica-me para me leres toda!

Regresso à Lisboa Medieval

Marquês de Pombal e a cidade de Lisboa, de Louis-Michel van Loo (1707-1771) e Claude-Joseph Vernet (1714-1789), Museu da Cidade, Lisboa

Um grupo de investigadores das áreas de História de Arte, Arquitectura e Novas Tecnologias está a tentar reconstruir a Lisboa que existia em 1755, antes dos fatídicos terramoto/tsunami/Incêndios, elementos que formaram um cataclismo que havia de impulsionar quase a solo a criação da Sismologia.

Gravura em cobre

Um cataclismo que influenciou largamente a corrente iluminista que fervilhava na altura, e mentes brilhantes como Voltaire, Kant e Descartes.

«Ruínas de Lisboa. Após o sismo os sobreviventes viveram em tendas nos arredores da cidade, como ilustra esta gravura alemã de 1755», Wikipedia

O veículo para mostrar Lisboa antiga em 3D será o “jogo” Second Life, de forma a que todos os interessados possam criar um representante virtual e passear pelas ruas da velha capital.

Clica na imagem para veres imagens panorâmicas do projecto

«A Ópera do Tejo, a maior e mais luxuosa casa de música do Mundo de então, abrira há sete meses. A na altura nova Catedral Patriarcal, mandada edificar com ouro do Brasil, pelo mesmo magnânimo rei D. João V, do Convento de Mafra, tinha dez anos de uso no culto. Nenhuns sinais destas grandes obras ficaram depois de os engenheiros militares do marquês de Pombal tratarem de arrasar por completo uma vasta área da cidade de Lisboa, muito danificada pelo terramoto de 1 de Novembro de 1755, a que se seguiram duas ondas de tsunami e um devastador incêndio». in Correio Da Manhã

«O terramoto, o tsunami e os incêndios destruíram muita documentação do que era a Lisboa antiga. Os mentores da reconstituição de Lisboa no ‘Second Life’ pensam que o projecto vai permitir avançar muito no conhecimento do património arquitectónico. Helena Murteira justifica as expectativas com experiência própria. Quando fez o seu doutoramento na Universidade de Edimburgo com uma investigação comparativa sobre Lisboa, Londres e Edimburgo na Europa Setecentista, enfrentou algumas perplexidades quanto à capital portuguesa. Porém, ao procurar documentação na British Library, de Londres, descobriu tanto material que teve de “pôr umas palas” para se concentrar no seu objecto de investigação». in Correio Da Manhã