Remembering: Radical MyGames

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Pessoalmente, acho que se o ex-programa de TV “Radical MyGames” tivesse sido apresentado por este triunvirato, tinha sido um sucesso avassalador entre os jogadores hardcore (e softcore, softporn, futebolistas, alquimistas, … e todo o resto da população masculina e lésbica mundial). Mas é claro que isso é apenas a minha opiniãozita de nicho.

O que ficou provado é que os rotos jogadores hardcore portugueses estariam menos interessados nos dotes das meninas e mais preocupados em ver se elas diriam «Jogas PC ou PlayStation?».

Eis o Making Of que filmei e editei para o DVD da revista Hype! Reparem que 1 terço da ideia acima apresentada estava então a ganhar forma…🙂

Um grande abraço ao Diogo Beja.🙂

10 thoughts on “Remembering: Radical MyGames

  1. Sarcásmo ftw😛

    Acho que não ia fazer grande diferença o “quem” como o “quê”. Não ia fazer diferença (para os hardcore, lá está; para o resto da população masculina, lésbica e bissexual ia, sem dúvida nenhuma :P) se fosse esse “triunvirato” a apresentar, ou pelo menos não ia fazer tanta diferença quanto o conteúdo, e a clara falta de integração no mundo dos videojogos por toda a equipa que o constituía (convidados não contam :P).

    Se tivessem levado a coisa mais a sério para além dos €€€, talvez tivesse saído um programa de culto para a indústria videojogável; talvez…

  2. Com o devido respeito aos envolvidos, ja que sabes que desde o day one vos apoiei (a ti e ao Nelson) com o MyGames e a hype, este programa era no minimo… rubish.

    Também aposto que não dependia só de voces, e obviamente isso traduzia-se tanto na forma como no conteúdo.

    Mas se fossem essas… pessoas, a apresentar a rubrica, talvez tivesse sido mais apelativo de se ver😛

  3. É um erro comum colocar no mesmo saco Jornalistas e gestores financeiros. A nossa preocupação (jornalistas) nunca foi €€€. Nós sempre levámos o programa de TV a sério – basta ouvir os conteúdos dos textos que o Beja dizia para perceber isso.

    A 1ª série foi muito mal executada tecnicamente (lá está, não eram os jornalistas que filmavam, editavam, captavam som etc.) e tinha algumas coisas execráveis em termos de pub (lá está, não são os jornalistas que fazem as parcerias comercias e definem o tempo que a publicidade ocupa no programa), mas a 2ª série era um programa bem feito e agradável (com muito espaço para melhorar óbvio). As audiências eram excelentes, e era um dos programas mais vistos, o que diz muito num canal como a Sic Radical.

    Depois há que considerar a plataforma Televisão. o que é um bom programa de jogos para TV? (eu tenho a minha opinião e ideias sobre isso) Falar mal é facílimo, mas não li/ouvi uma unica sugestão realista, útil, criativa e construtiva sobre como melhorar.

    A TV não é a Internet. São plataformas muito diferentes.

    Aliás, a partir do momento que as pessoas são ingénuas ao ponto de achar que tudo se faz sem €€€… É apenas de esperar que não percebem a complexidade e dimensão da coisa.

    Isto é tudo uma balança, e nem sempre se consegue equilibrá-la como gostaríamos… 🙂

    uma única Num país onde ainda hoje se idolatra a trampa retardada que era o Templo Dos Jogos

  4. Que grande história haveria para contar sobre como fazer televisão, em especial um programa de videojogos. É que a grande maioria dos anunciantes olha para os jogos como uma coisa de “parvinhos” (coloco entre aspas porque o director de uma multinacional disse-me isso há uns meses), e não tem noção real da dimensão do negócio.
    Acresce que os jornalistas do MyGames Radical eram bons, a direcção (?) administrativa/financeira é que era muito mazinha e deu no que deu, infelizmente…

    Ficou escrito um capítulo nos videojogos em Portugal, é certo que não terá sido dos melhores mas pode ter sido um passo para outros aprenderem que caminhos seguir.
    A verdade é que o mercado está ai e as possibilidades também, mas a tv em POrtugal é muito dificil no que respeita a ter conteúdos destes em antena.

  5. O programa nunca iria a agradar a todos, mas foi no entanto uma boa ideia que fica na história… Mesmo que o fantasma do revisionismo assole muito do que fazemos.

    E não dependendo inteiramente de vocês, era óbvio que algo iria ceder. Em todo o caso, aquela pergunta tornou-se emblemática (pelos bons e maus motivos🙂 ).

    Abraço.

  6. Ficou para a história com a célebre frase: jogas PC ou PlayStation?

    O sumo perfeito eram vocês que não mereciam o fatal destino porque todos vocês são bons demais para este país.

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