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Category Archives: Tecnologia

Wallowing through the Crises: is the world still breeding innovation?

What..? It could happen!

Well that’s one of the questions this report tries to answer. Click the image to get it… the one on the bottom, perv!

Sueing You, Sueing Me

We have old laws for a new and modern world. Still funny though.




Digital Magazines flock to the iPad

With the iPad 2 just around the corner, the prices for the iPad dropped significantly, creating a buy and sell craze on the second hand market, with people reportedly buying iPads for as low as 60 dollars.

This is good news for publishing media, as it means more and more people are acquiring tablets and, hopefully, digital magazines.

Adobe’s customized solution alone (Adobe Digital Publishing Suite) has already been used to create 155 magazines magazines for the iPad. Wired, Empire, Maxim,Vogue, Cosmopolitan and National Geographic are only a few examples. Check out the complete listing HERE.

Also, check out this video for Earth Periodical, another new mag developed with the Adobe tool.

Here Come the Tablets

Tablets will forever change the joke: "does it make coffee too?» Well, they may not make coffee, but they sure as hell can hold it!

It should be as soon as the coming Christmas that the first generation of tablets will hit the shelves and fight for buyers attention («pick me!» «no pick me!!» «i’m way better, pick me instead!»).

Everyone already knows that the  Apple iPad is a great buy. But i’m sure a lot of people (like myself) do not want to join the Apple family, and so is looking for a more versatile solution.

I’ve got my eyes on Samsung Galaxy Tab, with the great Android OS and Market, but there’s gonna be many more options to choose from.

Here’s a little something i stole from Wired that should help:

Fonte

!FAIL! Whoogle

«Dos vencidos não reza a história»… um provérbio claramente inventado antes do advento da Internet e da Web.

Embora a Google fique para a história como O  motor de busca que mudou o mundo, os seus falhanços jamais serão esquecidos. E ainda bem: quem tem muitas ideias boas tende a ter algumas más pelo caminho. Mas é divertido recapitular.

E adoro terem colocado o Wave e o Buzz na lista, apesar de ambos ainda existirem mas serem de facto flops  cuja utilidade nos ultrapassa a todos hahahah.

Update:

A nossa vizinha Joana Arnaud, chamou a atenção para a ausência do telefone Google Nexus, que não só foi um flop de vendas(mas não de qualidade) como já foi descontinuado. É estranho mais ninguém ter dado pela falta dele… por outro lado… se foi flop… até faz sentido… cof

Coisas do Ciberspaço pt.2

Cliffy B... ou a versão Mii dele?

O ciberespaço, a aldeia global, a globalização cibernética, a TVI e os fundamentalistas islâmicos nunca param de me surpreender.

Depois de o Pai da Valve e do Steam ter descoberto a Dropbox através aqui do vosso humilde escriba, agora é a vez do mui famoso entre nerds Cliffy B., da Epic (Gears Of War ).

Sabem como é: nós malta com estilo temos de manter unidos, fazemos parte de um clube secreto onde apenas entra a nata da sociedade video-lúdica, os grandes malucões dos videojogos, os mais belos machos alfa do mar de bits e bytes que adeja ao sabor do vento norte. Os deuses gregos do…

Oh wait...

Gabe Newell a dirigir a contrução do novo escritório da V(alve)FC

Como era mesmo a lei da compensação da Psicologia? Que grande arma que tens aí Penhasco B.

O spoof mais nerd de sempre

Mas, curiosamente, se isto fosse mesmo um filme, gostaria de o ver

Back To School: Conversas Multimédia no ISCSP

Amanhã, dia 28 Maio, Sexta-Feira, entre as 9:30 e as 12:30, vou estar à conversa com o Jornalista/Professor Miguel Crespo e a Mestre/Professora Maria João Cunha, integrados num ciclo de workshops de jornalismo, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas (ISCSP), na Ajuda.

O tema do workshop é Jornalismo Multimédia e, embora seja para os alunos da escola, pode ser frequentado por qualquer pessoa. Por isso: bora.

Cliquem na imagem para ver como chegar lá.

Ninguém pára os piratas?

O site sueco The Pirate Bay continua a rir na cara de… bom, toda a gente, na verdade. Parece sempre que vai acabar. Mas cá continua… mais firme que nunca.

O Partido Pirata sueco, que até tem 2 lugares no parlamento e é já terceira maior força politica da Suécia, decidiu dar casa ao serviço gratuito de distribuição digital (usado maioritariamente para fins ilegais). Existe também uma filial portuguesa.

« Cansámos-nos do jogo do gato e rato que Hollywood tem jogado com o Pirate Bay, por isso decidimos oferecer largura de banda ao site. Está na altura de segurar o boi pelos cornos e insurgirmos-nos a favor do que consideramos ser uma actividade legitima.», disse Rick Falkvinge, membro do partido.

Pirataria já foi a principal responsável pela disseminação da Gripe A

Já o pessoal do The Pirate Bay, deixou no seu blog uma mensagem na linha do seu habitual sentido de humor:

«PLZ LEARN: TPB CANT BE SHUT DOWN

LOL!

AS U MITE HAS READ OR NOTICD, PEEPS ONCE AGAIN R TRYIN 2 SHUT US DOWN. DIS WILL NOT SUCCED, LOL. OURS RLY NICE WEBHOST WUZ THREATEND WIF RLY HUGE FINE, SO WE DECIDD 2 MOOV TEH SIET SO DAT THEY DIDNT GOT INTO TROUBLE, LOL. TEH DECISHUN 2 MOOV WUZ TAKEN BY US, TEH PIRATE BAY, LOL.

TEH PIRATE BAY IZ AN UNSINKABLE SHIP. IT WILL SAIL TEH INTERWEBS 4 AS LONG AS WE WANTS IT 2. REMEMBR DAT, K THX.

TPB, ONLY IN IT 4 TEH LULZ SINCE 2003»

A combinação das letras negrito assume a forma de um insulto mais directo.

Relembro que os 4 gestores do The Pirate Bay foram condenados, em 2009,  a 1 ano de prisão e  a pagar uma multa entre eles de mais de 3 milhões de euros.  No entanto, o quarteto recorreu, acusando o juiz de basear a sua sentença em interesses políticos, e continua à aguardar novo veredicto. De notar que a legitimidade do site nunca esteve em julgamento, mas sim os 4 jovens, acusados de facilitar o acesso a conteúdos ilegais.

Sou só eu que acho este argumento ridículo? Isto é o melhor que os melhores especialistas em direito conseguem arranjar? Uma sentença baseada em intenções, em boa ou má “onda”?

Por esta lógica de ideia temos de começar por processar quem faz computadores, sistemas operativos, todos os produtores de browsers de Internet e os nossos fornecedores de Internet. HP, Microsoft, Apple, Google, Sapo, Meo, Zon, e centenas de outras empresas, cuidado! Vocês estão a compactuar com quem descarrega conteúdos de forma ilegal!

Ao inventar o sistema peer to peer a miudagem descobriu um buraco na lei há anos, e em vez de se estar a tentar resolver o problema estruturalmente, continua-se a tapar buracos com argumentos destes. HÁ ANOS!

São apenas “miúdos” a serem miúdos, a desafiarem os “adultos” e a f%$#em tudo simplesmente porque podem. E enquanto os adultos não levarem o problema a sério, os miúdos continuarão a poder. Não vale a pena chorar, formar ou pedir com jeitinho porque fazer maldades, em especial maldades fáceis de fazer e com tanto retorno para quem faz o mal, como a partilha ilegal de ficheiros proporciona, faz parte de ser puto, e de ser Humano.

«Malditos piratas sempre a - Ooooh, que gatinho tão fofinhoooo!»

Já perdi a esperança nas gerações mais velhas que a minha. Simplesmente não têm capacidade para perceber os novos paradigmas e não sabem fazer mais nada que não seja queixarem-se.

Terão que ser os mais novos a resolver isto. O Partido Pirata e a organização Electronic Frontier Foundation são já sinais de reacção no sentido certo. Esperemos.

Gráfico altamente cientifico sobre os destinos do dinheiro que agora, por culpa da pirataria, alguém já não ganha

Mas porque é que o velho não morre?

Os clubes de video iam matar as salas de cinema… a TV ia matar a Rádio, a Internet ia matar a Rádio, a TV e as revistas em papel… e o iPad vai matar todos estes meios e ainda o PC.

No entanto cá estamos, em 2010, com todos estes suportes vivos e a coexistir. Independentemente da crise que um ou outro possa estar a atravessar, eles continuam todos cá. Não se mataram uns aos outros como os pessimistas preveriam. A razão? Servem propósitos diferentes.

De um lado temos as experiências que nos guiam: a TV, o Cinema, a Rádio e as Revistas/livros…

Do outro as experiências que temos de ser nós a guiar: o aluguer/dowload de um filme/série TV, a criação de playslists de Mp3 num leitor ou em sites de streaming, o clicar e viajar por sites em busca de informação…

É verdade que o ser humano adora criar - fazer coisas com as suas próprias mãos. As ultimas décadas são uma explosão de Do It Yourself, mas isso não quer dizer que tenhamos sempre disposição para estar a criar e a personalizar. Por vezes só nos queremos refastelar e não ter de pensar para lá do suficiente para entender o que os nosso olhos e ouvidos estão a receber. Por vezes não nos apetece fazer escolhas. Por vezes nem sequer temos a capacidade de fazer as melhores escolhas para nós, e sabemos disso. Por vezes queremos ser mimados.

E é nessas alturas que compramos revistas e livros, que ligamos o rádio, que vamos passear ao cinema, ou que vemos filmes na TV – em especial ao domingo, quando a ressaca não permite fazer mais do que estar deitado no sofá a ser entretido. A ser guiado.

Os formatos e plataformas costumam ”morrer” quando surge algo novo que faz o mesmo (ou melhor) de forma mais prática (vinil vs CD vs MP3 vs audio streaming, por exemplo), e esse não é o caso. Pelo menos para já. Mas mesmo o CD, que apresenta inúmeras vantagens sobre o disco vinil,  nunca matou realmente o vinil, tal como os amplificadores digitais nunca mataram os “valvulados”, porque existem características físicas que o digital simplesmente ainda não consegue substituir.

E será que algum dia conseguirá? Já há exemplos de que sim. O Mp3 é mais prático e pode ser codificado de forma a atingir a qualidade sonora de um CD. Logo o CD deverá morrer. O mesmo se passa com o VHS. O formato digital HD  apresenta vantagens a todos os níveis em relação às velhinhas cassetes de vídeo. Logo, o VHS morre.

Da mesma forma, quando a Música e Video de alta qualidade estiverem totalmente disponíveis via stream directo da Internet, os seus pares físicos deixam de fazer sentido. Excluindo os coleccionadores, quem vai querer uma prateleira cheia de caixas de CDs e DVDs quando pode ter isso e muito mais armazenado num disco rígido, ou, num futuro próximo, no seu “disco” virtual (na Cloud).

A decadência geral dos formatos que se tem vindo a verificar, tem mais a ver com quantidade do que com qualidade. É que agora há muito mais coisas a disputar a nossa atenção, nomeadamente todas as experiências já referidas. Enquanto antes uma viagem de comboio ou avião era acompanhada de um livro, jornal, revista ou walkman, agora pode ser acompanhada por PCs e DVDs portáteis, leitores de mp4, consolas portáteis, consulta de emails e surf de internet em geral. A escolha aumentou.

Há formatos que não vão morrer. Simplesmente nunca mais serão tão populares como foram em tempos.

Prevejo que as revistas e jornais em papel, por exemplo, nunca desapareçam, mas se tornem em objectos caros de produzir e por isso caros para o consumidor. Só os comprará quem tiver dinheiro para isso e vontade de ler artigos de fundo de alta qualidade. As noticias e restante informação dependente de actualidade – e que não requeira os melhores e mais caros jornalistas do mundo para ser feita – será gratuita online, como já se vai verificando.

Net para o povo e Papel para os ricos.

Este é apenas um pequeno artigo, obviamente incompleto, escrito de um jorro só. Cada tema aqui apresentado tem sumo suficiente para encher livros inteiros.

Gostaria de o completar com as vossas opiniões. O que acham de tudo isto?

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