São passageiros e acabam num instante, mas valem sempre a pena pela sensação worm and fuzzy que nos deixam.
Assim será a festa de celebração do Verão que aí vem:
O QUÊ?
É a festa anual de despedida para férias do Centro cultural do Cartaxo
QUANDO?
É já este Sábado, dia 31, pelas 22:30!
ONDE?
Cartaxo, aka centro do mundo
PORQUE É QUE EU HEI-DE IR?
Depende. Podes ficar a jogar PES em casa. Mas para a malta mais interessante, é uma oportunidade de beber uns copos, embarcar em engates e ouvir músicas dos mais diversos estilos ao longo da noite. Eu vou estar a cargo da tripalhisse Psychobilly e o Nuno Crespo… não sei ao certo, haha.
Para marcar a ocasião e porque também gosto de celebrar o verão, vou postar diariamente no meu facebook alguns temas que poderão ouvir pela minha mão no Sábado.
Para os rapazes: se tiverem na dúvida, lembrem-se: Boobies
Tive oportunidade de ver o Video Games Live em Paris e, embora “apenas” tenham tocado temas da Blizzard, asseguro-vos que foi uma experiência avassaladora. A música, as projecções, as luzes e tudo o resto assaltam os sentidos de forma tão saborosa, que se perde qualquer preconceito sobre o tema do evento: não se está a ouvir música de videojogos, está-se a ouvir (muito boa) MÚSICA. Ponto.
Eu vou, claro, até porque se um mini concerto para a Blizzard foi bom, imagino o que não será um concerto completo…
Quem vai? Encontramo-nos onde? A que horas? É preciso levar cravo na lapela para me reconhecerem?
UPDATE:
Já está. As expectativas não foram defraudadas. O Video Games Live em Lisboa foi um sucesso, tanto a nível de afluência (casa quase cheia – sim as bancadas laterais não estavam à venda) como ao nível do feedback de quem lá esteve: uma passagem pelos principais fóruns nacionais é suficiente para perceber que a esmagadora maioria das pessoas que estiveram no concerto foram blown away e estão em êxtase (sim, ainda). »:-P
De negativo tenho apenas a apontar o baixo volume de som com que o concerto chegou aos ouvidos das pessoas nas bancadas. Problema ainda mais sentido por quem estava instalado mais acima, nas galerias. Da próxima pede-se um P.A. “mais omnidireccional” para que todos tenham direito à mesma descarga épica de som. Ao menos na plateia ouvia-se bem. De resto, parabéns a todos os envolvidos na fabulosa noite de ontem.
Vejam mais vídeos: procurem no YouTube por “Video Games Live Portugal”
A MTV disponibilizou todo o seu arquivo de videoclips num site que vos surpreenderá se clicarem na bela imagem acima plantada..
É grátis.
Não requer registo.
A MTV é um exemplo de adaptação aos novos tempos, um exemplo que os outros velhotes do Restelo devem seguir.
Pelo menos até o canal de música voltar a crescer em demasia e começar a comer criancinhas ao pequeno almoço. Isso será mau. Porque todos sabemos que as crianças têm pouca chicha e não são ricas em hidratos de carbono.
Provavelmente já se cruzaram algures por essa net’a'fora com a recente polémica à volta do CD “Death Magnetic”, o novo bebé dos Metallica.
O mote para a discussão é a chamada Loudeness War, uma guerra travada já há uns anos nos bastidores entre engenheiros de som, que competem para conseguir o mais elevado nível de volume sem atingir a distorção.
Para realizar tal feito, é necessário aplicar ao áudio um elevado nível de compressão. O problema é que quanto mais compressão se aplica, menos qualidade de som se tem e menores são as diferenças entre os momentos fortes e fracos das músicas (o chamado Dynamic Range).
Há quem defenda que essa guerra é também responsável pela sonoridade formatada e “soa tudo ao mesmo” que costumamos ouvir nos temas mainstream, que normalmente tocam em rádios e afins.
Tudo ia bem na terra encantada do Metallica até que “Death Magnetic” chegou ao jogo Guitar Hero 3. Aparentemente, a sonoridade do ultimo álbum do quarteto metaleiro é estupidamente mais cristalina em versão de videojogo do que em versão CD.
O vídeo que se segue pretende provar que “Death Magnetic” é mais uma vitima da Loudness War.
Seja como for, acho que a malta não está bem a perceber a coisa. Quando se trata de uma das maiores bandas do mundo, é certo que NADA acontece por acaso. Se o CD tem a sonoridade que tem, então é porque é suposto soar assim, certo? Especialmente quando vem do covil de tipos tão control freaks como o James e o Lars.
Já quando a banda lançou “Saint Anger”, inúmeros energúmenos (rima feliz) urraram que o disco tinha um som péssimo, incapacitados de compreender que aquela sonoridade era uma opção estética (e magnifica, na minha opinião).
O que se segue? Será que o próximo álbum dos Ministry vai ser ser trucidado por um bando de néticos desesperados por atenção, que exigirão uma versão “menos barulhenta” (quiçá acústica) do disco?
Quando chegamos ao ponto de achar que a versão de um disco conforme nos é apresentada num videojogo está mais “correcta” do que a original… alguem precisa de fazer um ego check.
Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui. E deixar a vossa opinião em estrangeiro aqui.
Assim foi a inesquecível festa de despedida da revista Hype! Curtam as fotos do pessoal impecável do Rumble Pack e os vídeos do grande Nelson Patriarca. Podem ver todas as fotos aqui. Mais palavras para quê?
Há coisa de um ano, João Picoito vencia o concurso nacional Xbox Soundtracks, com a excelente música Heavy Falling Feather. O Objectivo era musicar um trailer de um jogo para a XBox 360, sendo Fable 2 a escolha de Picoito.
Na altura desloquei-me a um dos estúdios da Universal Music e fiz uma reportagem sobre isso para o programa de TV, Radical MyGames. Podem vê-la (ou revê-la) de seguida.
Desde então, o João tem continuado a compor muitas coisinhas interessantes, que vale a pena descobrir no seu MySpace.
Agora sim, este é João Picoito. Texto e foto por Gonçalo Brito (Revista Hype!)