Forbidden Planet

Forbidden Planet

Quando se me acabavam os cigarros nos meus velhos tempos de amena cavaqueira no IRC (MIRC), costumava dizer aos meus colegas «Epá, estou sem tabaco. Envia-me aí um cigarro por DCC». Mal sabia eu que a piadola se estava a tornar em realidade.

Apesar de já estarem a ser desenvolvidas desde o início da década de 90, as impressoras 3D têm vindo a conquistar o seu lugar no mercado e, como tal, têm visto o seu preço cair significativamente.

O que acontecerá no dia em que for mais barato comprar uma impressora 3D (e os materiais que a alimentam) do que, por exemplo, ir à loja adquirir o ultimo modelo de sapatilhas da Adidas ou aquele relógio novo da Swatch? As hipóteses são ilimitadas e os downloads ilegais vão, sem dúvida, estender-se ao domínio do físico…

Até já consigo imaginar a Sony a inaugurar um sistema de Consoles On Demand, ou seja, de vendas de consolas por download.

Ao menos nessa altura já não haverá razão para a PlayStation 2 chegar ao Brasil com dez anos de atraso

2 Respostas para “Impressoras 3D: o próximo trend da pirataria”

  1. RLopes disse

    Consta que a minha escola tem uma coisa destas – impressora 3D – para o curso de, se não me engano, Engenharia Mecânica, mas não tenho certezas.

    [ironic]Anyway, tenho a certeza de que ter uma coisa destas a piratear os CD’s de música deve ser muito mais recompensador, especialmente com as covers e tudo.[/ironic]

  2. Gonçalo Brito disse

    Hahaha, isso se a malta ainda ligasse alguma coisa à componente física de um álbum de música… chuif…

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