Impressoras 3D: o próximo trend da pirataria
Novembro 19, 2008
Quando se me acabavam os cigarros nos meus velhos tempos de amena cavaqueira no IRC (MIRC), costumava dizer aos meus colegas «Epá, estou sem tabaco. Envia-me aí um cigarro por DCC». Mal sabia eu que a piadola se estava a tornar em realidade.
Apesar de já estarem a ser desenvolvidas desde o início da década de 90, as impressoras 3D têm vindo a conquistar o seu lugar no mercado e, como tal, têm visto o seu preço cair significativamente.
O que acontecerá no dia em que for mais barato comprar uma impressora 3D (e os materiais que a alimentam) do que, por exemplo, ir à loja adquirir o ultimo modelo de sapatilhas da Adidas ou aquele relógio novo da Swatch? As hipóteses são ilimitadas e os downloads ilegais vão, sem dúvida, estender-se ao domínio do físico…
Até já consigo imaginar a Sony a inaugurar um sistema de Consoles On Demand, ou seja, de vendas de consolas por download.
Ao menos nessa altura já não haverá razão para a PlayStation 2 chegar ao Brasil com dez anos de atraso…

Consta que a minha escola tem uma coisa destas – impressora 3D – para o curso de, se não me engano, Engenharia Mecânica, mas não tenho certezas.
[ironic]Anyway, tenho a certeza de que ter uma coisa destas a piratear os CD’s de música deve ser muito mais recompensador, especialmente com as covers e tudo.[/ironic]
Hahaha, isso se a malta ainda ligasse alguma coisa à componente física de um álbum de música… chuif…